

Hud (1963)
Hud Bannon personifica a juventude alienada, um espírito implacável que corrompe tudo ao seu redor. Em meio ao conflito latente com seu pai, Homer, homem de princípios inflexíveis, Hud busca apenas satisfazer seus próprios desejos, ignorando as repercussões. Seu sobrinho, Lon, inicialmente seduzido pela esperteza de Hud, logo percebe a extensão de sua amoralidade. Neste universo de predadores e presas, Hud emerge vitorioso, um trapaceiro que justifica seus atos sob a égide de uma interpretação benevolente da lei. Sua busca incessante por vantagem o define, em um retrato amargo da natureza humana.








