

Equilibrium (2002)
Num futuro distópico onde a emoção é crime, John Preston, um clérigo implacável, personifica a lei. A arte, a música e os livros jazem banidos, vítimas de um regime opressor. Ao falhar na sua dose diária de Prozium, Preston, outrora executor, experimenta a fragilidade humana e, ironicamente, torna-se a derradeira esperança para derrubar o sistema que jurou proteger, confrontando-o com a brutalidade da sua própria criação.








